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Fazenda União

FAZENDAS HISTÓRICAS 2 de novembro de 2012 admin

A história da Fazenda União inicia-se em 1802, quando José Laureano do Amaral obteve por concessão uma sesmaria. Ficando durante 11 anos sem condições... Fazenda União

A história da Fazenda União inicia-se em 1802, quando José Laureano do Amaral obteve por concessão uma sesmaria. Ficando durante 11 anos sem condições para explorar as terras, resolveu vendê-las, em 1813, para João Pereira Nunes, que também não produziu, não beneficiou nem plantou nada em seus campos.

Em 1814, o Capitão Bernardo Vieira e sua esposa, Dona Escolástica Maria de Jesus, compraram estas terras sem produção alguma e inexploradas. O casal então deu o nome de Fazenda do Paraíso à propriedade recémadquirida.

Com o falecimento do Capitão Bernardo Vieira, em 1838, as terras da Sesmaria foram dividas em sete partes, dando origem às Fazendas União, Esperança, Sapucaia, São Luís, São Policarpo, Divisa e Sossego. Desta partilha de bens entre herdeiros, coube a José Vieira Machado e sua esposa, Dona Lina Laudegária Vieira e Souza, a Fazenda União. Em 05 de Setembro de 1853, a propriedade foi vendida para Antônio Pereira da Fonseca Júnior, que adquiriu, também, a Fazenda Esperança, unidas em uma só propriedade sob a denominação de “Saudades do Rio”.

Em 18 de Setembro de 1859, a fazenda retomou o seu antigo nome de União, através do Barão e, mais tarde, Visconde do Rio Preto, sendo esse o seu mais próspero e ilustre proprietário. Por causa de sua localização privilegiada, situada ao longo do caminho para as Minas Gerais, a fazenda tornou-se passagem e pouso obrigatório para viajantes, impondo-se como uma das mais concorridas, da então recém-fundada freguesia de Santa Teresa de Valença. O filho do Visconde do Rio Preto, o segundo Barão do Rio Preto (Domingos Custódio Guimarães Filho) recebeu, em 1867, a Fazenda União, tornando-se seu proprietário. Posteriormente, em 1873, o médico Camilo Bernardino Fraga e sua esposa, Dona Luíza Vieira da Cunha Fraga, tornaram-se seus proprietários. A abolição da escravatura, em 1888, acelerou o processo de decadência do ciclo e das fazendas de café.

Fazenda Aberta a visitação!

Fonte: Instituto Cidade Viva

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