FAZENDA DO PARAÍZO:

Vão central do prédio notando-se as 3 portas almofadadas encimadas por artísticas bandeiras de ferro.

Histórico:
.....No inicio era uma sesmaria de ½ légua em quadra (250 alqueires) concedida pela coroa portuguesa ao padre Joaquim Nunes, em 1812. Foi vendida a Domingos Custódio Guimarães, futuro visconde do Rio Preto, em 1836.

 

(À esquerda) Detalhe de um dos salões. As paredes são recobertas com papel europeu. (Ao centro) Salão de jantar. Ao fundo mural de Villarongo mostrando a baía de Guanabara na década de 1860. (À direita) Hall de entrada principal mostrando escada iluminada por duas estátuas de bronze.

.....Rio Preto transformou a Flores do Paraízo em uma das mais prósperas fazendas de café do vale do Paraíba e um dos mais bem planejados complexos cafeeiros de sua época. Talvez a única fazenda construída em uma só vez, em 1853, caso não muito comum no vale, pois a maioria das fazendas da região iam ampliando-se conforme as necessidades de acréscimo e ascensão econômica do proprietário. O visconde ainda instalou iluminação a gás nas dependências do solar quando o império ainda desconhecia o sistema.
.....Paulo Roberto Carneiro da Silva, descendente do barão de Cabo Verde, passou a zelar e preservar o principesco solar de 76 cômodos, numa área de 2.200m² de construção, possuindo ainda quase todo o mobiliário original da época de sua construção.
.....Entre 16 e 23 de novembro de 2003 a Paraízo serviu de cenário da minissérie UM SÓ CORAÇÃO, da REDE GLOBO.

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